Vaticano procura voluntários para o Jubileu
Cidade do Vaticano (RV) - "Temos necessidade de vocês". Assim, o Presidente do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização, Dom Rino Fisichella, faz um apelo aos "jovens, homens e mulheres" para que "deem um pouco de seu tempo, para fazer uma experiência única, a experiência do voluntariado", durante o Jubileu.
"O Ano da Misericórdia já está às portas, 8 de dezembro é o grande dia com o qual, abrindo a porta de São Pedro, o Papa dará início a um Ano Santo extraordinário", afirmou o Arcebispo, em uma videomensagem publicada no site do jubileu. Os voluntários - explica - são chamado a "ajudar os peregrinos e a todos que se dirigirem a Roma, a realizarem uma experiência de fé e uma peregrinação. Uma experiência de fé - acrescenta - para poder mostrar e dar o sinal concreto da proximidade de Deus, da sua ternura. E quantos voluntário podem oferecer esta dimensão! E depois, também uma peregrinação, colocar-se a caminho em direção à Porta Santa".
"Temos necessidade de voluntários - conclui Dom Fisichella - para sermos capazes de dar apoio à todos os peregrinos que virão a Roma de diversas partes do mundo, para poder viver um ano intenso, mas sobretudo uma experiência de fé". (JE)
(from Vatican Radio)
domingo, 18 de outubro de 2015
Cinco mil ciganos com o Papa em novembro
Cinco mil ciganos com o Papa em novembro
Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco receberá cerca de 5 mil ciganos na Sala Paulo VI, no dia 26 de outubro. A audiência realiza-se no âmbito das comemorações do 50º aniversário do encontro do Papa Paulo VI com os ciganos do Campo de Pomezia.
A peregrinação foi confirmada pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes que convocou esta peregrinação, que prevê, além do encontro com o Papa, uma série de atividades e eventos, como uma Via Sacra no Coliseu e uma missa no Santuário do Divino Amor.
O Pontifício Conselho estima que deverão chegar à capital italiana cerca de cinco mil ciganos provenientes da Europa, América e Ásia. Trata-se de um evento que deseja recordar ao povo cigano e à toda a comunidade, a abertura da Igreja àqueles que vivem à margem da sociedade, especialmente através do gesto de Paulo VI, há 50 anos.
Ademais, esta iniciativa pretende converter-se em um "encontro de cultural" para poder dar a conhecer à opinião pública a história dos ciganos, frequentemente vítimas de preconceitos e hostilidades, segundo afirma o Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes. Os ciganos realizarão sua peregrinação a Roma entre os dias 23 e 26 de outubro.(JE)
(from Vatican Radio)
Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco receberá cerca de 5 mil ciganos na Sala Paulo VI, no dia 26 de outubro. A audiência realiza-se no âmbito das comemorações do 50º aniversário do encontro do Papa Paulo VI com os ciganos do Campo de Pomezia.
A peregrinação foi confirmada pelo Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes que convocou esta peregrinação, que prevê, além do encontro com o Papa, uma série de atividades e eventos, como uma Via Sacra no Coliseu e uma missa no Santuário do Divino Amor.
O Pontifício Conselho estima que deverão chegar à capital italiana cerca de cinco mil ciganos provenientes da Europa, América e Ásia. Trata-se de um evento que deseja recordar ao povo cigano e à toda a comunidade, a abertura da Igreja àqueles que vivem à margem da sociedade, especialmente através do gesto de Paulo VI, há 50 anos.
Ademais, esta iniciativa pretende converter-se em um "encontro de cultural" para poder dar a conhecer à opinião pública a história dos ciganos, frequentemente vítimas de preconceitos e hostilidades, segundo afirma o Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e os Itinerantes. Os ciganos realizarão sua peregrinação a Roma entre os dias 23 e 26 de outubro.(JE)
(from Vatican Radio)
Dia Mundial das Missões: As estatísticas da Igreja Católica 2015
Dia Mundial das Missões: As estatísticas da Igreja Católica 2015
Cidade do Vaticano (RV) - Por ocasião do Dia Mundial das Missões celebrado este domingo, 18 de outubro, a Agência Fides apresentou, como de costume, alguns dados estatísticos escolhidos para traçar um panorama da Igreja do mundo. Os dados foram retirados do último Anuário Estatístico da Igreja e dizem respeito aos membros da Igreja, às suas estruturas pastorais, às atividades no campo da saúde, assistencial e educativo. Entre parênteses, é indicada a variação (aumento ou diminuição) em relação ao ano precedente, segundo comparação realizada pela Agência Fides.
População Mundial
De 31 de dezembro de 2013 a população mundial era de cerca 7.093.798.000, com um aumento de 70.421.000 em relação ao ano precedente. O aumento global diz respeito este ano também a todos os continentes: os aumentos mais consistentes foram verificados na Ásia e África, seguidos pela América, Europa e Oceania.
O número de católicos na data de 31 de dezembro de 2013 era cerca de 1.253.926.000, com um aumento de 25.305.000 em relação ao ano precedente. O aumento foi maior na África e América, seguido pela Ásia, Europa. Na Oceania houve uma leve diminuição. O percentual total de católicos aumentou em 0,19%, chegando a 17,68%.
Habitantes e católicos por sacerdote
O número de habitantes por sacerdote aumentou também este ano em 180 novos padres, chegando a um total de 13.752. Os principais aumentos foram verificados na América, Europa e Oceania, com diminuição na África e Ásia.
O número de católicos por sacerdote, por sua vez, aumentou em 54 unidades, chegando ao número de 3.019. Também neste ano foram registrados aumentos na América, Europa e Oceania e diminuição na Ásia e na África.
Circunscrições Eclesiásticas e estações missionárias
As Circunscrições Eclesiásticas são 8 a mais em relação ao ano precedente, chegando a 2.989, com novas Circunscrições criadas na África, América, Ásia, Europa e Oceania. As estações missionárias com sacerdote residente são 1.871 e registram aumentos na África, Ásia e Oceania e diminuição na América e Europa. As estações missionárias sem sacerdote residente aumentaram em 3.074 unidades, chegando assim o número de 133.869. Aumentam na África, América, Ásia e Oceania. Única diminuição verificada foi na Europa.
Bispos
Em relação ao ano precedente, a Igreja ganhou 40 novos bispos em todo o mundo, chegando a um total de 5.173. Contrariamente à situação dos últimos anos, em que houve um aumento de Bispos diocesanos e uma diminuição dos religiosos, neste ano houve um aumento nas duas "categorias". Os bispos diocesanos são 3.945, enquanto os Bispos religiosos são 1.228. O aumento dos Bispos diocesanos diz respeito a todos os continentes, com exceção da Oceania. Os Bispos religiosos tiveram um aumento em todos os continentes, à exceção da Oceania onde permaneceu inalterado.
Sacerdotes
O número total de sacerdotes no mundo aumentou em 1.035 em relação ao ano precedente, chegando a um total de 415.348. A Europa foi o continente que apresentou a maior diminuição, seguida pela Oceania. África, América e Ásia registraram um aumento no número de padres. Os sacerdotes diocesanos no mundo aumentaram em 971, chegando a um total de 280.532, com aumentos na África, América, Ásia e Oceania. A diminuição ocorreu também neste ano na Europa. Os sacerdotes religiosos, por sua vez, tiveram um aumento total de 64 novos padres, chegando a um total de 134.816, consolidando a tendência verificada nos últimos anos, que viu seu crescimento na África e Ásia e diminuição na América, Europa e Oceania.
Diáconos Permanente
Os diáconos permanentes no mundo aumentaram em 1.091 unidades, chegando a um total de 43.195. O aumento mais consistente foi verificado mais uma vez na América e na Europa, seguido pela África, Ásia e Oceania. Os Diáconos permanentes diocesanos são no mundo 42.650, com um aumento total de 1.084. O aumento é verificado em todos os continentes: África, América, Ásia, Europa, Oceania. Os Diáconos permanentes religiosos são 545, aumentados em 7 "unidades" em relação ao ano precedente, com aumentos verificados na África, América e Oceania e diminuição na Ásia e Europa.
Religiosos e religiosas
Os religiosos não sacerdotes diminuíram em 61, em contra tendência em relação aos últimos anos, chegando a um total de 55.253. Os aumentos foram registrados na América, Ásia e Oceania e a diminuição na África e Europa. Também este ano se confirma a tendência à diminuição global das religiosas, com 8.954 a menos, totalizando 693.575. Os aumentos são verificados, novamente, na África e Ásia e as diminuições na América, Europa e Oceania.
Institutos Seculares
Os membros dos Institutos Seculares masculinos são 712, com uma diminuição global de 59. À nível continental, houve um crescimento somente na África, enquanto diminuíram na América, Ásia, Europa, permanecendo inalterada também neste ano na Oceania. Os membros dos Institutos Seculares femininos diminuíram em 747 unidades, chegando a um total de 23.955 membros. Aumentam na África e Ásia, enquanto diminuem na América, Europa e Oceania.
Missionários leigos e catequistas
O número total de missionários leigos no mundo é de cerca 367.679, com um aumento global de 5.191 verificado em todos os continentes, à exceção da Oceania que verificou uma leve diminuição. Os catequistas no mundo diminuíram em 13.075, chegando a um total de 3.157.568. Aumentos significativos foram verificados na África e na Ásia, enquanto as diminuições ocorreram nos outros continentes.
Seminaristas maiores
Os seminaristas maiores, diocesanos e religiosos, diminuíram globalmente em 1.800, totalizando 118.251. Os aumentos foram registrados somente na África, enquanto diminuíram na América, Ásia, Europa e Oceania. Os seminaristas maiores diocesanos são 71.537 e os religiosos 46.714. Para os seminaristas diocesanos os aumentos interessam à África e Ásia, enquanto diminuem na América, Europa e Oceania. Os seminaristas maiores religiosos diminuíram em todos os continentes.
Seminaristas menores
O número total de seminaristas menores, diocesanos e religiosos, diminuiu de 775, totalizando 101.928. Aumentaram na América, Ásia e Oceania, enquanto diminuíram na África e Europa. Os seminaristas menores diocesanos são 78.556 e os religiosos 23.372. Para os seminaristas diocesanos a diminuição é registrada em todos os continentes à exceção da Ásia. Os seminaristas menores, pelo contrário, estão em crescimento na África, América e Oceania, enquanto diminuem na Ásia e Europa.
Institutos de educação
No campo da instrução e da educação, a Igreja administra no mundo 73.263 escolas maternas frequentadas por 6.963.669 alunos; 96.822 escolas primárias para 32.254.204 alunos; 45.699 Institutos secundários para 19.407.417 alunos. Além disto acompanha 2.309.797 alunos das escolas superiores e 2.727.940 estudantes universitários.
Institutos de saúde, de beneficência e assistência
Os Institutos de beneficência e assistência administrados pela Igreja incluem 5.034 hospitais com as presenças maiores na América e África; 16.627 dispensários, na maior parte na África, América e Ásia; 611 leprosários distribuídos principalmente na Ásia e África; 15.518 casas para idosos, doentes crônicos e deficientes, na maior parte na Europa América; 9.770 orfanatrófios na maior parte na Ásia; 12.082 jardins de infância com maior número na Ásia e América; 14.391 consultórios matrimoniais, na maior parte na América e Europa; 3.896 centros de educação e reeducação social e 38.256 instituições de outro tipo.
Circunscrições Eclesiásticas dependentes da Congregação para a evangelização dos Povos
As Circunscrições Eclesiásticas dependentes da Congregação para a Evangelização dos Povos em 13 de outubro de 2015 são 1.111, com um aumento de duas circunscrições em relação ao ano precedente. A maior parte das circunscrições eclesiásticas confiadas à Propaganda Fidei se encontra na África e Ásia, seguidas por América e Oceania. (JE)
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(from Vatican Radio)
Cidade do Vaticano (RV) - Por ocasião do Dia Mundial das Missões celebrado este domingo, 18 de outubro, a Agência Fides apresentou, como de costume, alguns dados estatísticos escolhidos para traçar um panorama da Igreja do mundo. Os dados foram retirados do último Anuário Estatístico da Igreja e dizem respeito aos membros da Igreja, às suas estruturas pastorais, às atividades no campo da saúde, assistencial e educativo. Entre parênteses, é indicada a variação (aumento ou diminuição) em relação ao ano precedente, segundo comparação realizada pela Agência Fides.
População Mundial
De 31 de dezembro de 2013 a população mundial era de cerca 7.093.798.000, com um aumento de 70.421.000 em relação ao ano precedente. O aumento global diz respeito este ano também a todos os continentes: os aumentos mais consistentes foram verificados na Ásia e África, seguidos pela América, Europa e Oceania.
O número de católicos na data de 31 de dezembro de 2013 era cerca de 1.253.926.000, com um aumento de 25.305.000 em relação ao ano precedente. O aumento foi maior na África e América, seguido pela Ásia, Europa. Na Oceania houve uma leve diminuição. O percentual total de católicos aumentou em 0,19%, chegando a 17,68%.
Habitantes e católicos por sacerdote
O número de habitantes por sacerdote aumentou também este ano em 180 novos padres, chegando a um total de 13.752. Os principais aumentos foram verificados na América, Europa e Oceania, com diminuição na África e Ásia.
O número de católicos por sacerdote, por sua vez, aumentou em 54 unidades, chegando ao número de 3.019. Também neste ano foram registrados aumentos na América, Europa e Oceania e diminuição na Ásia e na África.
Circunscrições Eclesiásticas e estações missionárias
As Circunscrições Eclesiásticas são 8 a mais em relação ao ano precedente, chegando a 2.989, com novas Circunscrições criadas na África, América, Ásia, Europa e Oceania. As estações missionárias com sacerdote residente são 1.871 e registram aumentos na África, Ásia e Oceania e diminuição na América e Europa. As estações missionárias sem sacerdote residente aumentaram em 3.074 unidades, chegando assim o número de 133.869. Aumentam na África, América, Ásia e Oceania. Única diminuição verificada foi na Europa.
Bispos
Em relação ao ano precedente, a Igreja ganhou 40 novos bispos em todo o mundo, chegando a um total de 5.173. Contrariamente à situação dos últimos anos, em que houve um aumento de Bispos diocesanos e uma diminuição dos religiosos, neste ano houve um aumento nas duas "categorias". Os bispos diocesanos são 3.945, enquanto os Bispos religiosos são 1.228. O aumento dos Bispos diocesanos diz respeito a todos os continentes, com exceção da Oceania. Os Bispos religiosos tiveram um aumento em todos os continentes, à exceção da Oceania onde permaneceu inalterado.
Sacerdotes
O número total de sacerdotes no mundo aumentou em 1.035 em relação ao ano precedente, chegando a um total de 415.348. A Europa foi o continente que apresentou a maior diminuição, seguida pela Oceania. África, América e Ásia registraram um aumento no número de padres. Os sacerdotes diocesanos no mundo aumentaram em 971, chegando a um total de 280.532, com aumentos na África, América, Ásia e Oceania. A diminuição ocorreu também neste ano na Europa. Os sacerdotes religiosos, por sua vez, tiveram um aumento total de 64 novos padres, chegando a um total de 134.816, consolidando a tendência verificada nos últimos anos, que viu seu crescimento na África e Ásia e diminuição na América, Europa e Oceania.
Diáconos Permanente
Os diáconos permanentes no mundo aumentaram em 1.091 unidades, chegando a um total de 43.195. O aumento mais consistente foi verificado mais uma vez na América e na Europa, seguido pela África, Ásia e Oceania. Os Diáconos permanentes diocesanos são no mundo 42.650, com um aumento total de 1.084. O aumento é verificado em todos os continentes: África, América, Ásia, Europa, Oceania. Os Diáconos permanentes religiosos são 545, aumentados em 7 "unidades" em relação ao ano precedente, com aumentos verificados na África, América e Oceania e diminuição na Ásia e Europa.
Religiosos e religiosas
Os religiosos não sacerdotes diminuíram em 61, em contra tendência em relação aos últimos anos, chegando a um total de 55.253. Os aumentos foram registrados na América, Ásia e Oceania e a diminuição na África e Europa. Também este ano se confirma a tendência à diminuição global das religiosas, com 8.954 a menos, totalizando 693.575. Os aumentos são verificados, novamente, na África e Ásia e as diminuições na América, Europa e Oceania.
Institutos Seculares
Os membros dos Institutos Seculares masculinos são 712, com uma diminuição global de 59. À nível continental, houve um crescimento somente na África, enquanto diminuíram na América, Ásia, Europa, permanecendo inalterada também neste ano na Oceania. Os membros dos Institutos Seculares femininos diminuíram em 747 unidades, chegando a um total de 23.955 membros. Aumentam na África e Ásia, enquanto diminuem na América, Europa e Oceania.
Missionários leigos e catequistas
O número total de missionários leigos no mundo é de cerca 367.679, com um aumento global de 5.191 verificado em todos os continentes, à exceção da Oceania que verificou uma leve diminuição. Os catequistas no mundo diminuíram em 13.075, chegando a um total de 3.157.568. Aumentos significativos foram verificados na África e na Ásia, enquanto as diminuições ocorreram nos outros continentes.
Seminaristas maiores
Os seminaristas maiores, diocesanos e religiosos, diminuíram globalmente em 1.800, totalizando 118.251. Os aumentos foram registrados somente na África, enquanto diminuíram na América, Ásia, Europa e Oceania. Os seminaristas maiores diocesanos são 71.537 e os religiosos 46.714. Para os seminaristas diocesanos os aumentos interessam à África e Ásia, enquanto diminuem na América, Europa e Oceania. Os seminaristas maiores religiosos diminuíram em todos os continentes.
Seminaristas menores
O número total de seminaristas menores, diocesanos e religiosos, diminuiu de 775, totalizando 101.928. Aumentaram na América, Ásia e Oceania, enquanto diminuíram na África e Europa. Os seminaristas menores diocesanos são 78.556 e os religiosos 23.372. Para os seminaristas diocesanos a diminuição é registrada em todos os continentes à exceção da Ásia. Os seminaristas menores, pelo contrário, estão em crescimento na África, América e Oceania, enquanto diminuem na Ásia e Europa.
Institutos de educação
No campo da instrução e da educação, a Igreja administra no mundo 73.263 escolas maternas frequentadas por 6.963.669 alunos; 96.822 escolas primárias para 32.254.204 alunos; 45.699 Institutos secundários para 19.407.417 alunos. Além disto acompanha 2.309.797 alunos das escolas superiores e 2.727.940 estudantes universitários.
Institutos de saúde, de beneficência e assistência
Os Institutos de beneficência e assistência administrados pela Igreja incluem 5.034 hospitais com as presenças maiores na América e África; 16.627 dispensários, na maior parte na África, América e Ásia; 611 leprosários distribuídos principalmente na Ásia e África; 15.518 casas para idosos, doentes crônicos e deficientes, na maior parte na Europa América; 9.770 orfanatrófios na maior parte na Ásia; 12.082 jardins de infância com maior número na Ásia e América; 14.391 consultórios matrimoniais, na maior parte na América e Europa; 3.896 centros de educação e reeducação social e 38.256 instituições de outro tipo.
Circunscrições Eclesiásticas dependentes da Congregação para a evangelização dos Povos
As Circunscrições Eclesiásticas dependentes da Congregação para a Evangelização dos Povos em 13 de outubro de 2015 são 1.111, com um aumento de duas circunscrições em relação ao ano precedente. A maior parte das circunscrições eclesiásticas confiadas à Propaganda Fidei se encontra na África e Ásia, seguidas por América e Oceania. (JE)
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(from Vatican Radio)
Divulgado programa da visita do Papa à África
Divulgado programa da visita do Papa à África
Cidade do Vaticano (RV) - A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou o programa da viagem do Papa Francisco à África, a ser realizada de 25 a 30 de novembro próximo. Serão três os países a acolher o Pontífice: Quênia, Uganda e República Centro Africana.
O Quênia, primeira etapa da viagem, receberá o Santo Padre na quarta-feira, 25 de novembro, às 17 horas. Em Nairóbi o Papa fará uma visita de cortesia ao Presidente da República e participará do encontro com as autoridades e o Corpo Diplomático. Já na quinta-feira, 26, o Papa começará o dia participando do encontro inter-religioso e ecumênico, seguido pela Missa no Campus universitário da capital. Na parte da tarde, o encontro com o clero e os religiosos e a visita ao Escritório da ONU de Nairóbi. Na sexta-feira, 27, o Papa visitará o bairro pobre de Kangemi. Às 10 horas, o encontro com os jovens no Estádio Kasarani e logo após o encontro com o episcopado do país.
Na parte da tarde o Santo Padre segue para Entebe, Uganda, onde logo após a chegada realiza uma visita de cortesia ao Presidente da República e o encontro com as autoridades e o Corpo Diplomático. A seguir dirige-se a Munyonyo para uma saudação aos catequistas e professores. No sábado, dia 28, o Papa visita os dois Santuários dedicados aos mártires ugandenses católicos e anglicanos. Às 9h30 preside a Santa Missa pelos Mártires de Uganda na área do Santuário católico. Na sequência, o encontro com os jovens em Kololo Air Strip em Kampala, a visita à Casa de Caridade Nalukolongo e os encontros com os bispos de Uganda e com o clero e religiosos.
Domingo, 29 de novembro, parte para Bangui, na República Centro Africana, onde a chegada está prevista para às 10 horas. O primeiro compromisso é a visita de cortesia ao Presidente de transição do país, seguido pelo encontro com a classe dirigente e com o Corpo Diplomático. Às 12h15 a visita ao campo de refugiados, seguido pelos encontros com os Bispos centro-africanos e com os evangélicos. Às 17 horas presidirá a Missa com o clero, os religiosos e os jovens na Catedral de Bangui. O dia termina às 19 horas com a confissão de alguns jovens e a vigília de oração na esplanada diante da Catedral. Na segunda-feira, 30, o Papa encontra a comunidade muçulmana na Mesquita Central de Koudoukou em Bangui. Às 9h30 a Missa no Estádio do Complexo esportivo Barthélémy Boganda.
Por fim, o Papa Francisco parte às 12h30 do Aeroporto Internacional “M’Poko”, de Bangui. A chegada à Roma-Ciampino está prevista para às 18h45min. (JE)
(from Vatican Radio)
Cidade do Vaticano (RV) - A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou o programa da viagem do Papa Francisco à África, a ser realizada de 25 a 30 de novembro próximo. Serão três os países a acolher o Pontífice: Quênia, Uganda e República Centro Africana.
O Quênia, primeira etapa da viagem, receberá o Santo Padre na quarta-feira, 25 de novembro, às 17 horas. Em Nairóbi o Papa fará uma visita de cortesia ao Presidente da República e participará do encontro com as autoridades e o Corpo Diplomático. Já na quinta-feira, 26, o Papa começará o dia participando do encontro inter-religioso e ecumênico, seguido pela Missa no Campus universitário da capital. Na parte da tarde, o encontro com o clero e os religiosos e a visita ao Escritório da ONU de Nairóbi. Na sexta-feira, 27, o Papa visitará o bairro pobre de Kangemi. Às 10 horas, o encontro com os jovens no Estádio Kasarani e logo após o encontro com o episcopado do país.
Na parte da tarde o Santo Padre segue para Entebe, Uganda, onde logo após a chegada realiza uma visita de cortesia ao Presidente da República e o encontro com as autoridades e o Corpo Diplomático. A seguir dirige-se a Munyonyo para uma saudação aos catequistas e professores. No sábado, dia 28, o Papa visita os dois Santuários dedicados aos mártires ugandenses católicos e anglicanos. Às 9h30 preside a Santa Missa pelos Mártires de Uganda na área do Santuário católico. Na sequência, o encontro com os jovens em Kololo Air Strip em Kampala, a visita à Casa de Caridade Nalukolongo e os encontros com os bispos de Uganda e com o clero e religiosos.
Domingo, 29 de novembro, parte para Bangui, na República Centro Africana, onde a chegada está prevista para às 10 horas. O primeiro compromisso é a visita de cortesia ao Presidente de transição do país, seguido pelo encontro com a classe dirigente e com o Corpo Diplomático. Às 12h15 a visita ao campo de refugiados, seguido pelos encontros com os Bispos centro-africanos e com os evangélicos. Às 17 horas presidirá a Missa com o clero, os religiosos e os jovens na Catedral de Bangui. O dia termina às 19 horas com a confissão de alguns jovens e a vigília de oração na esplanada diante da Catedral. Na segunda-feira, 30, o Papa encontra a comunidade muçulmana na Mesquita Central de Koudoukou em Bangui. Às 9h30 a Missa no Estádio do Complexo esportivo Barthélémy Boganda.
Por fim, o Papa Francisco parte às 12h30 do Aeroporto Internacional “M’Poko”, de Bangui. A chegada à Roma-Ciampino está prevista para às 18h45min. (JE)
(from Vatican Radio)
Papa: O serviço como estilo de autoridade na comunidade cristã
Papa: O serviço como estilo de autoridade na comunidade cristã
Cidade do Vaticano (RV) - O serviço e o chamado a seguir Jesus pelo caminho da humildade e da cruz foram o eixo sobre o qual o Papa Francisco desenvolveu sua homilia na solene celebração na Praça São Pedro, que elevou à honra dos altares quatro novos Santos, entre os quais, os pais de Santa Teresa de Lisieux.
Milhares de fieis, religiosos e religiosas lotaram a Praça São Pedro no domingo em que se celebra o Dia Mundial das Missões. Os participantes do Sínodo, em andamento no Vaticano, tomaram parte na celebração. O governo espanhol enviou uma delegação oficial pela canonização da espanhola Madre Maria da Imaculada Conceição.
A figura apresentada pelo Profeta Isaías do Servo do Senhor que suporta a marginalização e o sofrimento até à morte para resgatar e salvar multidões foi o ponto de partida da reflexão do Santo Padre. Jesus – observou ele - é um personagem “que não se gaba de genealogias ilustres; mas desprezado, evitado por todos, sabe o que é sofrer. Não se lhe atribuem empreendimentos grandiosos nem discursos célebres, mas realiza o plano de Deus através duma presença humilde e silenciosa, através do seu sofrimento”. Este sofrimento – explicou o Papa – que lhe permite “compreender os que sofrem, carregar o fardo das culpas alheias e expiá-las”.
Jesus, é o Servo do Senhor, “a sua existência e a sua morte foram vividas inteiramente sob a forma serviço”. Mas Tiago e João, citados na narração de Marcos, “reivindicam lugares de honra de acordo com a própria visão hierárquica do reino”, ainda estão inclinados por “sonhos de realização terrena”. E Jesus – disse o Papa – recorda a eles que deverão beber o mesmo cálice que ele bebe:
“Com esta imagem do cálice, Ele assegura aos dois discípulos a possibilidade de serem associados plenamente ao seu destino de sofrimento, mas sem garantir os desejados lugares de honra. A sua resposta é um convite a segui-Lo pelo caminho do amor e do serviço, rejeitando a tentação mundana de querer sobressair e mandar nos outros”.
Os discípulos – recordou o Papa, referindo-se ao Evangelho do dia - são chamados a servir, a exemplo de seu Mestre, afastando-se da luta para obter poder e sucesso. Jesus, ao dizer “quem quiser ser grande entre vós, faça-se vosso servo”, indica “o serviço como estilo da autoridade na comunidade cristã”:
“Quem serve os outros e não goza efetivamente de prestígio, exerce a verdadeira autoridade na Igreja. Jesus convida-nos a mudar a nossa mentalidade e passar da ambição do poder à alegria de se ocultar e servir; desarraigar o instinto de domínio sobre os outros e exercer a virtude da humildade”.
Após apresentar aos discípulos o modelo a não ser imitado, Jesus oferece a si mesmo como ideal de sofrimento: “Pois o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”. “Jesus enche de novo sentido esta imagem – disse o Papa - especificando que Ele tem a soberania enquanto servo, a glória enquanto capaz de abaixamento, a autoridade real enquanto disponível ao dom total da vida”:
“Há incompatibilidade entre uma forma de conceber o poder segundo critérios mundanos e o serviço humilde que deveria caracterizar a autoridade segundo o ensinamento e o exemplo de Jesus; incompatibilidade entre ambições e carreirismo e o seguimento de Cristo; incompatibilidade entre honras, sucesso, fama, triunfos terrenos e a lógica de Cristo crucificado”.
E pelo contrário – precisou o Santo Padre – “há compatibilidade entre Jesus, que sabe o que é sofrer, e o nosso sofrimento”. Jesus, de fato, “exerce essencialmente um sacerdócio de misericórdia e compaixão”. Por ter experimentado diretamente as nossas dificuldades, “conhece a partir de dentro a nossa condição humana”. E o fato de ele não ter experimentado o pecado – explica o Papa – “não o impede de compreender os pecadores”:
“A sua glória não é a da ambição ou da sede de domínio, mas a glória de amar os homens, assumir e compartilhar a sua fraqueza e oferecer-lhes a graça que cura, acompanhar, com ternura infinita, o seu caminho atribulado”.
Nós todos, enquanto batizados – prosseguiu o Papa – participamos no sacerdócio de Cristo: “os fieis leigos no sacerdócio comum, os sacerdotes no sacerdócio ministerial”, de forma que todos “podemos receber a caridade que brota de seu coração aberto”, tornando-nos “canais do seu amor, da sua compaixão, especialmente para aqueles que vivem no sofrimento, na angústia, no desânimo e na solidão”.
O Santo Padre, então, recorda que os novos Santos “serviram constantemente, com humildade e caridade extraordinárias, imitando assim o Mestre divino”, citando São Vicente Grossi, “pároco zeloso, sempre atento às necessidades do seu povo, especialmente à fragilidade dos jovens” e tornando-se “um bom samaritano para os mais necessitados”.
Também Santa Maria da Imaculada Conceição, que “serviu pessoalmente, com grande humildade, os últimos, com uma atenção especial aos filhos dos pobres e aos doentes”, e por fim, os Pais de Santa Teresa de Lisieux:
“Os Santos esposos Ludovico Martin e Maria Azelia Guérin viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações das filhas, nomeadamente a de Santa Teresinha do Menino Jesus”.
Que “o testemunho luminoso destes novos Santos – concluiu o Papa - impele-nos a perseverar no caminho dum serviço alegre aos irmãos” e que “eles, do Céu, velem sobre nós e nos apoiem com a sua poderosa intercessão”. (JE)
Angelus: coragem para dizer não ao ódio e à vingança na Terra Santa
Angelus: coragem para dizer não ao ódio e à vingança na Terra Santa
Cidade do Vaticano (RV) – Ao final da celebração que elevou à honra dos altares quatro novos santos, e antes de recitar a Oração mariana do Angelus, o Papa Francisco fez um novo apelo pela paz na Terra Santa, pedindo que se diga “um não ao ódio e à vingança” e se tenha a coragem de "dar passos concretos m direção à paz”:
“Sigo com grande preocupação a situação de forte tensão e de violência que aflige a Terra Santa. Neste momento existe a necessidade de muita coragem e muita força de vontade para dizer não ao ódio e à vingança e realizar gestos de paz. Por isto rezemos, para que Deus reforce em todos, governantes e cidadãos, a coragem de oporem-se à violência e de dar passos concretos de distensão. No atual contexto médio-oriental é mais do que nunca decisivo que se faça a paz na Terra Santa: isto nos pede Deus e o bem da humanidade”.
Após Francisco saudou aos fieis, os Cardeais, Bispos, Sacerdotes, consagrados, famílias e leigos que participaram da celebração para homenagear os novos Santos, em particular as Delegações oficiais da Itália, Espanha e França. O Papa também se dirigiu aos fieis das diferentes dioceses de proveniência dos novos santos, como Lodi e Cremona na Itália, Sevilha na Espanha e Bayeux, Lisieux e Sées, na França. (JE)
(from Vatican Radio)
Cidade do Vaticano (RV) – Ao final da celebração que elevou à honra dos altares quatro novos santos, e antes de recitar a Oração mariana do Angelus, o Papa Francisco fez um novo apelo pela paz na Terra Santa, pedindo que se diga “um não ao ódio e à vingança” e se tenha a coragem de "dar passos concretos m direção à paz”:
“Sigo com grande preocupação a situação de forte tensão e de violência que aflige a Terra Santa. Neste momento existe a necessidade de muita coragem e muita força de vontade para dizer não ao ódio e à vingança e realizar gestos de paz. Por isto rezemos, para que Deus reforce em todos, governantes e cidadãos, a coragem de oporem-se à violência e de dar passos concretos de distensão. No atual contexto médio-oriental é mais do que nunca decisivo que se faça a paz na Terra Santa: isto nos pede Deus e o bem da humanidade”.
Após Francisco saudou aos fieis, os Cardeais, Bispos, Sacerdotes, consagrados, famílias e leigos que participaram da celebração para homenagear os novos Santos, em particular as Delegações oficiais da Itália, Espanha e França. O Papa também se dirigiu aos fieis das diferentes dioceses de proveniência dos novos santos, como Lodi e Cremona na Itália, Sevilha na Espanha e Bayeux, Lisieux e Sées, na França. (JE)
(from Vatican Radio)
Solidariedade aos famintos se transforme em gestos concretos
Solidariedade aos famintos se transforme em gestos concretos
Cidade do Vaticano (RV) – Nesta sexta-feira, 16 de outubro, comemora-se o Dia Mundial da Alimentação. A FAO, organismo da ONU para agricultura e a alimentação, definiu como tema “Proteção Social e Agricultura: quebrando o ciclo da pobreza rural”. O objetivo é chamar a atenção do mundo sobre o papel essencial desempenhado pela proteção social na erradicação da fome e da pobreza.
Segundo a FAO, a proteção social salvou cerca de 150 milhões de pessoas em todo o mundo de caírem na pobreza extrema. Apesar desses números positivos, a Organização alerta que 800 milhões de pessoas ainda não têm o suficiente para comer e que uma em cada três crianças está malnutrida.
O que é 'proteção social'
Entendem-se por proteção social mecanismos como transferências de dinheiro para famílias vulneráveis vales de refeições, programas de seguro sanitário ou refeições escolares, e a vinculação dos mesmos a contratos de aquisição ao agricultores locais. As transferências ajudam as famílias a gerir o risco e a mitigar os impactos que de outro modo os manteriam presos na pobreza e na fome.
Neste Dia, o Papa Francisco escreveu uma mensagem ao Diretor-geral da Organização, o brasileiro José Graziano da Silva, reiterando o nosso compromisso em encontrar os meios necessários para libertar a humanidade da fome e promover uma atividade agrícola que seja capaz de satisfazer as necessidades das diferentes áreas do nosso planeta.
Para o Pontífice, o tema deste ano é importante porque salienta a questão da proteção social, de que dois terços da população mundial carece. A maior parte destas pessoas são agricultores, pescadores, criadores e florestais obrigados a viver na precariedade, pois o seu trabalho se subordina a condições ambientais que eles não podem controlar e porque não possuem meios para remediar às safras ruins ou comprar instrumentos técnicos. “Paradoxalmente, quando a colheita é abundante, há dificuldade de transporte, comércio e conservação dos frutos de seu trabalho”, escreve o Papa, revelando que muitas pessoas encontradas em visitas pastorais lhe contaram as suas dificuldades e as repercussões que estas situações causam em sua vida pessoal e familiar.
Pessoas, não números
Na segunda parte da mensagem, Francisco questiona: “É possível conceber uma sociedade em que os recursos estão em mãos de poucos e os menos privilegiados são obrigados a recolher apenas as migalhas?”
A resposta não se pode limitar às boas intenções, mas consiste na “paz social, isto é, a estabilidade e a segurança de uma certa ordem, que não se realiza sem uma atenção particular à justiça distributiva, cuja violação gera sempre violência”.
Lembrando que as maiores vítimas são “as pessoas e não números”, que pedem a nossa ajuda para olhar ao futuro com um mínimo de esperança, o Papa exorta “os Governos e Instituições internacionais a agir rapidamente, fazendo todo o possível, no que concerne à sua responsabilidade”.
À FAO o Papa pede diretamente que considere os direitos dos famintos e acolha suas aspirações, traduzindo a solidariedade em gestos concretos, “não somente administrando os riscos sociais e econômicos ou levando socorro quando há catástrofes ou crises ambientais”.
Rejeitar pessimismo e indiferença
A Igreja, ressalva Francisco, não tem a missão de analisar a proteção social do ponto de vista técnico; todavia, os aspectos humanos destas situações não a deixam indiferente. “A Criação e os frutos da terra são dons de Deus conferidos a todos os seres humanos. Por isso, são destinados a ser divididos igualmente entre todos. Isto requer uma firme vontade de enfrentar as injustiças que ofendem a dignidade humana e ferem profundamente a nossa consciência”, prossegue o Papa, repelindo posições de pessimismo e indiferença.
Em relação à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, recentemente aprovada pelas Nações Unidas, Francisco alertou que não se reduza a um conjunto de regras e acordos, mas inspire um novo modelo de proteção social. “Evite-se usá-la em benefício de interesses contrários à vida humana ou para justificar atitudes de omissão que não resolvem os problemas, mas agravam as desigualdades”.
“Que cada um dê o melhor de si e em espírito genuíno de serviço”, pediu, invocando para o Diretor e todos os colaboradores da FAO a benção de Deus, rico de misericórdia.
(CM)
(from Vatican Radio)
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